Neste ano foram defendidas 11 dissertações.

Útlima atualização 08/05/2017

Bruna das Graças Soares

Título: Ordenação de locuções adverbiais temporais iniciadas pela preposição em (e contrações) em textos jornalísticos

Orientadora: Maria Maura Cezario Páginas: 85


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Este trabalho tem como objetivo analisar o posicionamento das locuções adverbiais temporais, iniciadas pela preposição em (e suas contrações), em relação ao verbo, em textos jornalísticos no português contemporâneo, sob a ótica da linguística funcionalista norte-americana. Portanto, acredita-se que as locuções não ocupam diferentes posições na oração arbitrariamente, mas devido a uma motivação, que favorece determinados usos linguísticos. Sendo assim, pretende-se observar fatores estruturais, cognitivos e/ou discursivos que possam motivar as diversas ordenações das locuções na cláusula, tais como a ordem do adverbial, seu tamanho, sua função discursiva, o sujeito e a continuidade tópica deste na oração.
Em um corpus composto por textos jornalísticos da revista ISTOÉ, foram coletadas e analisadas 349 orações que continham locuções adverbiais temporais; em seguida, utilizou-se o programa estatístico SPSS para a obtenção da frequência e para o cruzamento dos fatores. Através da análise dos dados, observou-se que as locuções ocupam predominantemente as posições marginais da oração (margem esquerda e direita); as locuções grandes tendem a ocupar as margens para não interromperem a ligação entre o verbo e seus argumentos na cláusula; os adverbiais com papel de especificadores temporais no discurso tendem a ocorrer na margem direita da sentença por apresentarem função temporal apenas na oração em que se encontram; enquanto locuções que estabelecem algum tipo de ligação com o discurso precedente tendem a ocorrer na margem esquerda. Além disso, a locução não tende a ocupar a margem esquerda da cláusula quando o sujeito é tópico.

Sabrina Lopes dos Santos

Título: Verbos Médios e Anticausativos: Uma proposta no âmbito da Psicolinguística Experimental

Orientador: Marcus Maia Páginas: 95


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Esta dissertação tem como principal objetivo discutir o fenômeno da alternância causativa que permite que verbos atuem tanto na valência transitiva quanto intransitiva. Por meio de metodologia experimental, são sugeridas classes para os verbos que se comportam dessa maneira: médios e anticausativos.
O fenômeno da alternância causativa suscita grande divergência entre duas importantes abordagens no âmbito da Gramática Gerativa: lexicalistas e construcionistas. Nesse sentido, essa dissertação apresenta alguns trabalhos que vigoram dentro dessas vertentes e utilizam o fenômeno da alternância causativa para investigar as propriedades dos componentes da faculdade da linguagem que atuam no processamento linguístico. Entretanto, as assunções encontradas nesse trabalho encontram respaldo na Morfologia Distribuída, de abordagem construcionista, que parece fornecer um modelo mais favorável para justificar e representar os dados decorrentes dos experimentos psicolinguísticos realizados nesse trabalho.
Esse trabalho se insere na especialidade conhecida como Processamento de Frases, no âmbito da Psicolinguística Experimental, que se ocupa das propriedades dos processos envolvidos na compreensão e produção de estruturas frasais. Dessa forma, metodologias experimentais são empregadas para testar as hipóteses levantadas sobre as especificidades dos fenômenos linguísticos estudados, no que concerne esse trabalho, a alternância causativa. Nesse sentido, foram utilizadas técnicas experimentais de julgamento de aceitabilidade/gramaticalidade e leitura automonitorada. A justificativa desse trabalho reside, portanto, em contribuir para um diálogo produtivo entre a Linguística Teórica e a Psicolinguística, no campo da chamada Sintaxe Experimental.

Silvia Siqueira Pereira

Título:Estrutura e processamento da alternância causativa na língua indígena Maxakalí

Orientador:Marcus Maia Páginas: 183


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O objetivo desta dissertação é descrever e explicar, através da abordagem da Morfologia Distribuída e com o suporte de pesquisa de campo experimental, o fenômeno da alternância causativa na língua indígena brasileira Maxakalí. As nossas análises são, portanto, o resultado de um trabalho solidário e em conjunto de três subáreas da linguística, a saber, Estudos das Línguas Indígenas, Teoria Linguística e Psicolinguística Experimental, que fornecem informações relevantes de seus domínios linguísticos de atuação. De acordo com os resultados obtidos no experimento, propomos uma análise de teor construcionista da estrutura argumental dos verbos em Maxakalí. As sentenças inacusativas têm um custo de processamento maior, se comparadas às sentenças transitivas e inergativas da língua, consequência da estrutura sintática mais complexa das sentenças inacusativas, pois seu argumento interno move-se de sua posição de origem para a posição de argumento externo a fim de ganhar Caso. Tentamos demonstrar que a sintaxe tem uma realidade psicológica para os falantes de uma língua, ou seja, estruturas sintáticas mais complexas, como é o caso das sentenças inacusativas, em geral, apresentam um custo maior de processamento lingüístico, aduzindo evidência em favor de uma análise baseada na Morfologia Distribuída da estrutura argumental dos verbos em Maxakalí.

Karine Vieira Pereira

Título:Um estudo da interface sintático-semântica entre verbetes das línguas francesa e portuguesa

Orientador:Miriam Lemle Páginas: 76


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Nesta dissertação é proposta uma análise comparativa da estrutura argumental de verbetes cognatos de língua francesa e língua portuguesa. O objetivo é compreender como verbos com a mesma origem etimológica e estruturas morfológicas idênticas podem divergir semanticamente. Ao olharmos a estrutura argumental destes verbos, podemos notar onde e de que forma ocorrem estas pequenas divergências. Veremos que as interpretações podem variar de acordo com contextos sintáticos distintos. A teoria lexicalista não daria conta de fenômenos como os de falsos cognatos, pois a expectativa é que haja uniformidade de atribuição de papéis temáticos segundo a posição sintática. Porém a teoria da morfologia distribuída permite olhar para o interior da palavra e nos faz enxergar processos derivacionais que permitem a formação de significados diferentes segundo contextos sintáticos bem delimitados. Este legado da morfologia distribuída permite uma compreensão mais abrangente da interface sintático-semântica e convida para que se faça a análise de dados como o de falsos cognatos. Muitas vezes, estas estruturas sintáticas que licenciam as leituras semânticas, permitirão que uma das línguas opte pelos acréscimos conceptuais não composicionais que são as idiomatizações.

Vanessa de Carvalho Faria Menezes

Título:Aquisição da variação da líquida não-lateral em coda no português brasileiro

Orientador: Christina Abreu Gomes Páginas: 84


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O objetivo principal dessa dissertação é analisar as ocorrências de (r) em coda final e interna no período aquisitivo, tomando como hipótese que a variação faz parte da representação mental que as crianças constroem dos itens lexicais que fazem parte de seu léxico, pois elas estão não só adquirindo conhecimento sobre o contraste lexical, como também adquirindo mecanismos de produção que as tornam membros da comunidade de fala em que estão inseridas. Para tanto, toma-se como embasamento teórico os modelos baseados no uso – diversos níveis de representação vão sendo estabelecidos pelas crianças a partir de sua experiência com itens lexicais que vão sendo armazenados no léxico mental; e, os pressupostos da sociolinguística variacionista – o sistema linguístico é heterogêneo, a variabilidade observada na fala é manifestação dessa característica. Além disso, se a variação é inerente ao sistema, faz parte da aquisição da língua.
Foram analisadas 11 crianças com idades entre 2:1 e 5:0 da amostra transversal AQUIVAR/PEUL-UFRJ e os resultados mostram que há uma diferença entre as crianças mais novas e as mais velhas em relação à realização da coda interna, indicando que esta é a representação central da coda nesta posição. Diferentemente, os resultados para coda final em verbo mostram que a coda não é realizada pela a maioria das crianças em todas as faixas etárias, tendo como a representação central a não realização. Já os resultados para a coda em final de nomes, devido à pouca quantidade de dados encontrados durante a análise, não oferecem evidência clara sobre o status da coda na representação. Os resultados para onset demonstram a aquisição tardia da líquida nãolateral, sendo essa adquirida e realizada a partir dos 3 anos de idade.

Marcelo Alexandre Silva Lopes de Melo

Título:Desenvolvendo novos padrões na comunidade de fala: um estudo sobre a fricativa em coda na comunidade de fala do Rio de Janeiro

Orientador: Christina Abreu Gomes Páginas: 107


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A presente dissertação tem por objetivo a variação da fricativa em coda, com foco na variante glotal, a partir dos dados de duas amostras constituídas por indivíduos de dois grupos sociais diferentes da comunidade de fala do Rio de Janeiro: a) CENSO 2000, composta por indivíduos da classe média com Ensino Fundamental e Médio; b) EJLA, composta por adolescentes socialmente excluídos, que não tiveram acesso à educação formal e que, no momento das entrevistas, cumpriam medida de internação em uma unidade do estado. Estudos anteriores mostraram que a variante glotal é aquela menos realizada entre falantes da classe média com Ensino Fundamental e Médio (7% cf. SCHERRE & MACEDO, 2000) e Ensino Superior (1% cf. CALLOU & BRANDÃO, 2009). Os resultados da amostra EJLA revelaram um percentual de 30% de glotal contra 54% de pós-alveolares em posição de coda silábica, enquanto os resultados com falantes da amostra CENSO 2000 replicaram a tendência já observada para a comunidade de fala. Os dados das duas amostras foram submetidos aos programas Goldvarb e Rbrul. A rodada do Goldvarb revelou o efeito do contexto seguinte, do status morfológico da coda e do tamanho da palavra para ambas as amostras, além da posição da coda para a amostra EJLA. Os resultados para as variáveis sociais testadas para cada amostra revelaram que, para a amostra CENSO 2000, não há diferença significativa entre os falantes de diferentes faixas etárias e que a glotal é favorecida entre falantes do sexo masculino e com baixa escolaridade; enquanto, para a amostra EJLA, a glotal foi realizada com maior frequência em contextos informais e os indivíduos contribuíram diferentemente para a variação da coda. A rodada do Rbrul testou as mesmas variáveis, tendo sido adicionado o item lexical como uma variável independente. Os resultados obtidos por meio do Rbrul confirmaram os efeitos mais relevantes mencionados para as rodadas do Goldvarb, além de também incluírem o efeito da frequência do item: uma análise qualitativa das palavras mais frequentes revelou que, para os indivíduos da EJLA, algumas palavras são predominantemente realizadas com a glotal. A diferença entre os dois grupos sociais não só revela uma diferença na frequência de uso da glotal, mas também pode estar relacionada a diferentes direções da mudança na comunidade de fala. Os resultados obtidos são entendidos se forem considerados os Modelos Baseados no Uso, já que tais modelos concebem uma arquitetura de gramática capaz de acomodar tanto a variabilidade como o detalhe fonético à representação sonora das palavras. Os falantes de classe social mais baixa estão desenvolvendo um novo padrão de representação: algumas palavras têm a glotal como representação central da coda. Há uma propagação da glotal entre os falantes de classe mais baixa que só pode ser capturada se o item for considerado uma variável independente.

Natalia Ilse Paulino Machado

Título: As locuções adverbiais temporais e aspectuais nos séculos XVIII e XIX do português: um estudo da ordem

Orientador:Maria Maura Cezario Páginas: 119


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Para qualquer teoria linguística, os adverbiais (advérbios simples, locuções adverbiais e orações subordinadas adverbiais) são estruturas de difícil estudo. Tradicionalmente, os advérbios e locuções adverbiais de tempo e lugar apresentam uma certa mobilidade dentro da estrutura oracional do português brasileiro. Este trabalho é um estudo da ordem que as locuções adverbiais temporais e aspectuais podem assumir nas orações de cartas pessoais dos séculos XVIII e XIX, seguindo os pressupostos teóricos da Linguística Funcional norte-americana. Essa teoria leva em consideração fatores discursivos, cognitivos e interacionais, além dos estruturais, para se explicar determinado uso linguístico.
O objetivo geral desse estudo foi observar de que forma a estrutura sintática da oração, a função semântica de cada locução, sua função discursiva, os parâmetros da transitividade das orações em análise e o tipo semântico verbal motivam a tendência de ordenação em que as locuções aparecem nas orações do corpus selecionado. Durante a pesquisa, verificamos que a ordem ocupada pelas locuções parece ser motivada pela função discursiva. As locuções que apresentam apenas a especificação temporal ocuparam preferencialmente as posições à direita do verbo. Observamos ainda que as locuções aspectuais são menos sensíveis às funções estabelecidas pelo discurso do que as locuções adverbiais temporais e que mais do que o traço de temporalidade, é a deiticidade das locuções que parece influenciar na preferência por posições à esquerda do verbo.

Livia Cristina Jandre Gama

Título: Estratégias linguísticas de referenciação e escolha lexical em duas diferentes categorias de jornais

Orientadora:Vera Lúcia Paredes Páginas: 117


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As capas do jornal Meia-Hora são conhecidas pelo seu tom cômico em divulgar a notícia. Elas possuem uma formulação complexa que exige do sujeito-leitor um conhecimento prévio das manchetes e/ou uma familiaridade com as formas linguísticas que são utilizadas. O objetivo do trabalhar é analisar a discursividade que se apresenta nas capas de diferentes épocas, diferentes temas e verificar os recursos que o jornal utiliza. Seja verbal, não verbal, ou os dois simultaneamente. E dar uma proposta de Tipologia de Capas nas quais se dividem em: 1) Contiguidade de imagens e polissemia lexical; 2)Ambiguidade e polissemia lexical; 3)Contiguidade e implícitos; 4) Silenciamento e interdição do dizer e 5) Mesclagem e processos lexicais. Ao todo foram analisadas 13 capas e constatou-se nelas uma teia discursiva complexa em que verbal e não verbal são explorados em seus limites máximo. Para tanto, serão utilizados os pressupostos da Análise de Discurso de linha francesa e conceitos como Discurso Lúdico (ORLANDI, 1987) e Discurso Polêmico (idem) e Imagem (SOUZA, 2001).

Viviane da Fonseca Moura Fontes

Título: Dêixis e mesclagem: a expressão pronominalizada “a gente” como categoria radial

Orientador: Lilian Vieira Ferrari Páginas: 148


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Este trabalho busca demonstrar que as características semânticas do dêitico de primeira pessoa do plural “a gente” refletem e fundamentam duas importantes generalizações teóricas: a categorização radial como organização conceptual do conhecimento adquirido (Rosch, 1975; Lakoff, 1987) e a construção do significado por mesclagem conceptual (Fauconnier e Turner, 2002). A análise, baseada em dados linguísticos reais atestados em discursos oficiais do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, descreve o uso prototípico da expressão “a gente” e, em seguida, contrasta-o com usos não-prototípicos, explicitando os processos específicos de mesclagem que atuam na construção do significado polissêmico da expressão.

David de Jesus Costa

Título: Fonologia da frase e fonologia segmental do Mbyá Guarani: uma proposta de análise não linear

Orientador:Marília Facó Páginas: 149


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A presente dissertação propõe-se a contribuir para um trabalho de fonologia comparativa, ao abordar, como seu tema principal, a fonologia da frase e a fonologia segmental do Mbyá Guarani, variedade da língua Guarani (família Tupi-Guarani, tronco Tupi). Trata dos sons do Guarani e de seu inventário fonológico, vale-se de categorias prosódicas e lida, para efeitos da análise, com questões relativas ao acento, ao ritmo. Ao mesmo tempo, levanta elementos para um estudo futuro sobre a relação sintaxe-fonologia na língua estudada e revisita a análise autossegmental do fenômeno de harmonia nasal em Guarani. Este trabalho se vincula a atividades de pesquisa iniciadas com a formalização do sistema fonológico da variedade Mbyá falada pelos Guaranis de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro.

Maria Fernanda Moreira Barbosa

Título: A alternância do diminutivo -inho/-zinho no português brasileiro: uma abordagem pela fonologia de uso

Orientador:Marília Facó Páginas: 171


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Neste trabalho, investiga-se a alternância do diminutivo –inho / -zinho, delimitando os seus respectivos contextos de aplicação e as motivações que promovem, em certos casos, a ocorrência simultânea dos referidos sufixos no Português Brasileiro (doravante PB). Mais especificamente, pretende-se analisar a formação produtiva do diminutivo a fim de constatarmos se temos um único sufixo diminutivo ou se trata de dois processos distintos que dão origem, respectivamente, às formações X-inho e X-zinho. Nesta perspectiva, visamos tratar a alternância do diminutivo –inho / -zinho a partir dos pressupostos da Sociolinguística Variacionista e do referencial teórico da Fonologia de Uso (Bybee, 2001). Com o intuito de aferirmos o que motiva a escolha do falante por um ou ambos os formativos, nossa análise foi direcionada para fatores de natureza estrutural e social, como o número de sílabas da base (monossílabo; dissílabo; trissílabo; polissílabo), a acentuação da base (oxítona; paroxítona; proparoxítona), a finalização da base (vogal; ditongo; consoante), a faixa etária (de 06 a 78 anos), o sexo (masculino; feminino), a orientação sexual (heterossexual; homossexual; bissexual), a escolaridade (fundamental; médio; superior) e o dialeto regional do falante (carioca; fluminense; outro). A amostra coletada é constituída de dados do dicionário Aurélio Eletrônico (versão 3.0), de dados de fala, oriundos do Programa de Estudos sobre o Uso da Língua (PEUL) e do Grupo de Estudos Discurso & Gramática (D&G), de um teste de produtividade e outro de aceitabilidade. Para a análise estatístico-computacional, utilizou-se o programa EXCEL 14, que integra o pacote Office 2010 para a plataforma Windows 7 da Microsoft Corporation, com o acréscimo do suplemento [addin] REXCEL. Neste estudo, utilizou-se a técnica de análise de variância multifatorial (ANOVA Multi Way) para medidas repetidas com intervalo de confiança de 95%, a fim de avaliar se o efeito dos fatores sociais (sexo, dialeto regional e faixa etária) é determinante na seleção do(s) sufixo(s) em análise e se há ou não convergência entre as formas diminutivas –inho e/ou -zinho, medidas ao nível de atitudes dos respondentes por um teste de aceitabilidade. Os resultados revelam que há evidência para admitirmos a existência de duas formas distintas no PB, -inho e –zinho, e indicam que há uma interação entre os fatores dialeto regional, sexo e faixa etária na seleção dos referidos sufixos diminutivos.